Água é o elemento essencial para o desenvolvimento e a sustentação da vida e de nossa civilização, desde os primeiros povoamentos até a nossa atual civilização estamos intimamente relacionados com a água, percebemos facilmente que nossas principais cidades estão localizadas em locais com abundancia de água, normalmente próximas a grandes rios, lagos ou mares. A água é também um elemento estratégico para a sociedade é vital para a manutenção da vida, para a produção de alimentos, abastecimento e saneamento, no Brasil é uma importante matriz energética e em muitas regiões é a principal via de transporte.
http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=1586
Esse blog tem como finalidade discutir e postar artigos em relação de ecologia e economia, o que nós cidadãos e consumidores podemos fazer para diminuir os riscos de poluição do nosso planeta, onde moramos.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Cenário da Coleta Seletiva no Brasil
A implantação da Coleta Seletiva no Brasil ainda é incipiente. São poucos os municípios que já a implantaram, como reconhecível nos dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE, mas dados mais recentes mostram que este número vem se ampliando.
A implantação da Coleta Seletiva no Brasil ainda é incipiente. São poucos os municípios que já a implantaram, como reconhecível nos dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE, mas dados mais recentes mostram que este número vem se ampliando. Para traçar um breve cenário da situação atual da Coleta Seletiva no Brasil, pode-se dizer que:
• 7% dos municípios têm programas de coleta seletiva (CEMPRE, 2008)
Embora o número de municípios seja, ainda, relativamente pequeno, são os maiores que adotam esta prática. De tal forma que estes representam aproximadamente 14% da população. Isto quer dizer que:
• 405 municípios, com 26 milhões de habitantes, praticam a coleta seletiva.
Destes municípios 2% se localizam no Norte do país; 4% no Centro Oeste; 11% no Nordeste; 35% no Sul e 48% no Sudeste.
A experiência desses municípios permite afirmar que a composição dos resíduos geralmente denominados secos e que podem ser reciclados é aproximadamente como indicada abaixo.
Material % da Composição
Alumínio 1
Longa Vida 3
Diversos 3
Metais 9
Vidros 10
Rejeito 13
Plásticos 22
Papel e Papelão 39
Entretanto, na maioria dos casos, as soluções adotadas ainda são bastante onerosas.
• O custo médio da coleta seletiva é cinco vezes maior que o da coleta convencional,numa proporção de R$ 376 x R$ 73
Esta relação poderá ser alterada desde que se implante um modelo operacional adequado às nossas condições sociais. O quadro seguinte compara os resultados obtidos em dois modelos diferentes de gestão e operação da coleta seletiva. Como se vê, diferentes formas de operação da coleta seletiva podem trazer também resultados bastante diferenciados com relação aos custos da atividade e, como conseqüência, à extensão da parcela dos resíduos que podem ser objeto desta ação.
Dados CEMPRE 2006 - SNIS 2005 Média 4 Importantes Capitais Londrina - PR
% da População Atendida 70 100
Custo da Coleta (R$/ ton) 450 37
Total Coletado (ton / mês) 1635 2600
Relação entre total da col. Sel. e Resíduos Domiciliares 3% 21,80%
Pode-se dizer que as principais dificuldades encontradas pela grande maioria dos municípios são as seguintes:
• informalidade do processo - não há institucionalização
• carência de soluções de engenharia com visão social
• alto custo do processo na fase de coleta
CEMPRE; Ministério do Meio Ambiente; Ministério das Cidades
site: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/coleta_e_disposicao_do_lixo/cenario_da_coleta_seletiva_no_brasil.html
A implantação da Coleta Seletiva no Brasil ainda é incipiente. São poucos os municípios que já a implantaram, como reconhecível nos dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE, mas dados mais recentes mostram que este número vem se ampliando. Para traçar um breve cenário da situação atual da Coleta Seletiva no Brasil, pode-se dizer que:
• 7% dos municípios têm programas de coleta seletiva (CEMPRE, 2008)
Embora o número de municípios seja, ainda, relativamente pequeno, são os maiores que adotam esta prática. De tal forma que estes representam aproximadamente 14% da população. Isto quer dizer que:
• 405 municípios, com 26 milhões de habitantes, praticam a coleta seletiva.
Destes municípios 2% se localizam no Norte do país; 4% no Centro Oeste; 11% no Nordeste; 35% no Sul e 48% no Sudeste.
A experiência desses municípios permite afirmar que a composição dos resíduos geralmente denominados secos e que podem ser reciclados é aproximadamente como indicada abaixo.
Material % da Composição
Alumínio 1
Longa Vida 3
Diversos 3
Metais 9
Vidros 10
Rejeito 13
Plásticos 22
Papel e Papelão 39
Entretanto, na maioria dos casos, as soluções adotadas ainda são bastante onerosas.
• O custo médio da coleta seletiva é cinco vezes maior que o da coleta convencional,numa proporção de R$ 376 x R$ 73
Esta relação poderá ser alterada desde que se implante um modelo operacional adequado às nossas condições sociais. O quadro seguinte compara os resultados obtidos em dois modelos diferentes de gestão e operação da coleta seletiva. Como se vê, diferentes formas de operação da coleta seletiva podem trazer também resultados bastante diferenciados com relação aos custos da atividade e, como conseqüência, à extensão da parcela dos resíduos que podem ser objeto desta ação.
Dados CEMPRE 2006 - SNIS 2005 Média 4 Importantes Capitais Londrina - PR
% da População Atendida 70 100
Custo da Coleta (R$/ ton) 450 37
Total Coletado (ton / mês) 1635 2600
Relação entre total da col. Sel. e Resíduos Domiciliares 3% 21,80%
Pode-se dizer que as principais dificuldades encontradas pela grande maioria dos municípios são as seguintes:
• informalidade do processo - não há institucionalização
• carência de soluções de engenharia com visão social
• alto custo do processo na fase de coleta
CEMPRE; Ministério do Meio Ambiente; Ministério das Cidades
site: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/coleta_e_disposicao_do_lixo/cenario_da_coleta_seletiva_no_brasil.html
sábado, 30 de janeiro de 2010
James Cameron inventa um novo mundo em Avatar
Uma outra opinião sobre o filme em relação ao meio ambiente.
Por Priscila Armani, em 24.12.2009
Retirado:http://www.mondobhz.com.br/202-james-cameron-inventa-um-novo-mundo-em-avatar-.html
James Cameron demorou 15 anos para conseguir realizar Avatar, seu novo filme. O esforço do cineasta criador do Exterminador do Futuro e realizador bem sucedido de Titanic é realmente de se admirar. Desde o romance meloso entre Jack e Rose ele tem trabalhado incansavelmente nesse épico colorido, especialmente em torno da tecnologia que o tornaria possível. Isso fez com que criasse um filme que será divisor de águas em termos de inovações.
As plantas e animais do ecossistema de Pandora foram todos elaborados por uma equipe de botânicos e biólogos, que se basearam em diversas espécies aqui da Terra, mas foram aperfeiçoados, para que pertencessem ao novo mundo. À noite, a floresta se mostra biofluorescente, com plantas que emitem luzes multicoloridas. Os animais são todos muito coloridos e lembram bastante dinossauros, por seu porte e formas. São facilmente identificáveis principalmente os "pterodáctilos melhorados", nos quais os Na'Vi montam para voar.
A história é desafiadora e coloca em cheque uma série de fatores históricos da colonização. Impossível evitar comparações com o que aconteceu com os Incas, Maias e Astecas, especialmente quando se vê a destruição que os humanos querem fazer naqueles ambientes que para os Na'Vi é considerado sagrado. Também não podemos nos esquecer que escolas para ensinar língua e costumes a nativos foram frequentes, inclusive, no Brasil, quando da colonização portuguesa. Da mesma forma que os Na'Vi, nossos índios conviviam em harmonia com a natureza e cultuavam seus deuses. E também veio o "homem branco" e destruiu tudo. A mensagem que Cameron nos deixa é de que a história, inevitavelmente, se repete e nada indica que agiríamos diferente na busca por outros planetas.
Outro fato a se lamentar é que, assim como em outros filmes, a temática ambiental apresentada não deixa a sala de cinema com o público. As pessoas se emocionam com o enredo, ficam do lado dos Na'Vi e acreditam na importância de se valorizar o meio ambiente. Mas não reciclam o próprio lixo de suas casas. A mudança de atitude pode ser algo que está sendo encorajado por diversas obras recentes de Hollywood. Porém, construir novos paradigmas é algo que vai muito além de entretenimento. Infelizmente, o público ainda acredita que a destruição da natureza do nosso planeta é algo distante, que eles vêem apenas na ficção.
Todos esses contrapontos de forma alguma desvalorizam o esforço de Cameron e sua equipe. Avatar é, de qualquer maneira, um divisor de águas na forma de se fazer cinema. Tecnicamente falando. O que cada espectador tira do enredo apresentado varia muito, vai da consciência de cada um. E quanto a isso, não há nada que a tecnologia possa fazer.
Por Priscila Armani, em 24.12.2009
Retirado:http://www.mondobhz.com.br/202-james-cameron-inventa-um-novo-mundo-em-avatar-.html
James Cameron demorou 15 anos para conseguir realizar Avatar, seu novo filme. O esforço do cineasta criador do Exterminador do Futuro e realizador bem sucedido de Titanic é realmente de se admirar. Desde o romance meloso entre Jack e Rose ele tem trabalhado incansavelmente nesse épico colorido, especialmente em torno da tecnologia que o tornaria possível. Isso fez com que criasse um filme que será divisor de águas em termos de inovações.
As plantas e animais do ecossistema de Pandora foram todos elaborados por uma equipe de botânicos e biólogos, que se basearam em diversas espécies aqui da Terra, mas foram aperfeiçoados, para que pertencessem ao novo mundo. À noite, a floresta se mostra biofluorescente, com plantas que emitem luzes multicoloridas. Os animais são todos muito coloridos e lembram bastante dinossauros, por seu porte e formas. São facilmente identificáveis principalmente os "pterodáctilos melhorados", nos quais os Na'Vi montam para voar.
A história é desafiadora e coloca em cheque uma série de fatores históricos da colonização. Impossível evitar comparações com o que aconteceu com os Incas, Maias e Astecas, especialmente quando se vê a destruição que os humanos querem fazer naqueles ambientes que para os Na'Vi é considerado sagrado. Também não podemos nos esquecer que escolas para ensinar língua e costumes a nativos foram frequentes, inclusive, no Brasil, quando da colonização portuguesa. Da mesma forma que os Na'Vi, nossos índios conviviam em harmonia com a natureza e cultuavam seus deuses. E também veio o "homem branco" e destruiu tudo. A mensagem que Cameron nos deixa é de que a história, inevitavelmente, se repete e nada indica que agiríamos diferente na busca por outros planetas.
Outro fato a se lamentar é que, assim como em outros filmes, a temática ambiental apresentada não deixa a sala de cinema com o público. As pessoas se emocionam com o enredo, ficam do lado dos Na'Vi e acreditam na importância de se valorizar o meio ambiente. Mas não reciclam o próprio lixo de suas casas. A mudança de atitude pode ser algo que está sendo encorajado por diversas obras recentes de Hollywood. Porém, construir novos paradigmas é algo que vai muito além de entretenimento. Infelizmente, o público ainda acredita que a destruição da natureza do nosso planeta é algo distante, que eles vêem apenas na ficção.
Todos esses contrapontos de forma alguma desvalorizam o esforço de Cameron e sua equipe. Avatar é, de qualquer maneira, um divisor de águas na forma de se fazer cinema. Tecnicamente falando. O que cada espectador tira do enredo apresentado varia muito, vai da consciência de cada um. E quanto a isso, não há nada que a tecnologia possa fazer.
Avatar, um projeto ambiental de James Cameron?
por Paula Rothman
Queria escrever este post só depois de ver o filme, o que dispensaria a necessidade do ponto de interrogação no título, mas algumas críticas e declarações que li a respeito de Avatar hoje me deixaram intrigada.
O NY Times é só elogios para a nova super produção de James Cameron e, pelo que diz a crítica, o filme faz jus ao status de um dos mais esperados do ano.
O universo criado pelo diretor de Titanic, Terminator e Alien é o mais caro da história do cinema, com orçamento de US$240 milhões, e mostra a exploração de um planeta fantástico chamado Pandora. A história gira em torno de um soldado paraplégico que, por meio de um avatar, deve se infiltrar na população local (os Na’vi) e auxiliar os terráqueos a explorar um precioso minério.
Mas, no NYT, não há nem uma palavra sobre meio ambiente, mensagem verde, etc…
Digo isso porque, no Telegraph, uma colunista (que também não tinha assistido ao filme) se dizia receosa que Avatar não passasse de uma mensagem eco-chata, e que a ideia de conscientizar as pessoas pode sim ser feita por meio do cinema – mas que ela tinha certa “preguiça” de filmes-sermões.
O medo de Lucy Jones estava baseado em algumas aspas de James Cameron sobre o filme. O diretor afirmou que se tratava de “uma ampla metáfora, nem tanto sobre política, como muitos poderiam supor, mas sobre como tratamos a natureza”.
Pelo trailler , o filme realmente parece mais uma grande aventura (e, sim, uma metáfora sobre o que acontece/aconteceu aqui mesmo na Terra, com países destruindo uns aos outros em busca de riquezas) do que uma mensagem ambiental – daí minha surpresa ao ler as declarações de Cameron.
Para quem já viu Avatar, fica a pergunta: você acha que a mensagem do filme é mesmo “verde”?
Retirado da Revista Exame: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2009/12/18/avatar-um-projeto-ambiental-de-james-cameron/
Queria escrever este post só depois de ver o filme, o que dispensaria a necessidade do ponto de interrogação no título, mas algumas críticas e declarações que li a respeito de Avatar hoje me deixaram intrigada.
O NY Times é só elogios para a nova super produção de James Cameron e, pelo que diz a crítica, o filme faz jus ao status de um dos mais esperados do ano.
O universo criado pelo diretor de Titanic, Terminator e Alien é o mais caro da história do cinema, com orçamento de US$240 milhões, e mostra a exploração de um planeta fantástico chamado Pandora. A história gira em torno de um soldado paraplégico que, por meio de um avatar, deve se infiltrar na população local (os Na’vi) e auxiliar os terráqueos a explorar um precioso minério.
Mas, no NYT, não há nem uma palavra sobre meio ambiente, mensagem verde, etc…
Digo isso porque, no Telegraph, uma colunista (que também não tinha assistido ao filme) se dizia receosa que Avatar não passasse de uma mensagem eco-chata, e que a ideia de conscientizar as pessoas pode sim ser feita por meio do cinema – mas que ela tinha certa “preguiça” de filmes-sermões.
O medo de Lucy Jones estava baseado em algumas aspas de James Cameron sobre o filme. O diretor afirmou que se tratava de “uma ampla metáfora, nem tanto sobre política, como muitos poderiam supor, mas sobre como tratamos a natureza”.
Pelo trailler , o filme realmente parece mais uma grande aventura (e, sim, uma metáfora sobre o que acontece/aconteceu aqui mesmo na Terra, com países destruindo uns aos outros em busca de riquezas) do que uma mensagem ambiental – daí minha surpresa ao ler as declarações de Cameron.
Para quem já viu Avatar, fica a pergunta: você acha que a mensagem do filme é mesmo “verde”?
Retirado da Revista Exame: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2009/12/18/avatar-um-projeto-ambiental-de-james-cameron/
Celular tem bateria de Coca-Cola
por Paula Rothman
O designer Daizi Zheng projetou um celular que dispensa o uso de baterias de lítio: ele só precisa de um pouco de Coca Cola para funcionar.O projeto começou com a ideia de criar um telefone ecológico para a Nokia.
Durante a pesquisa, Zheng percebeu que as baterias eram o grande vilão da sustentabilidade dos aparelhos: fontes de energia caras, que consomem muita matéria prima na sua produção e são nocivas ao meio-ambiente.
A solução encontrada foram as bio baterias - dispositivos que geram energia a partir de carboidratos (no caso, açúcar) utilizando enzimas como catalisadores.
Isso significa que basta uma bebida açucarada para que o telefone funcione. O melhor é que, no processo, ele só libera água e oxigênio.
Segundo o designer, as biobaterias operam por três a quatro vezes mais tempo com uma carga do que as baterias convencionais – além de serem completamente biodegradáveis.
Se você, assim como algumas pessoas que conheço, é fanático por um copo de Coca gelada e preferiria deixar o celular morrer a “carregá-lo” com uma dose, não se preocupe.
Para você, e para aqueles que também acharam que usar Coca-Cola não era lá muito verde, há alternativas. O exemplo do refrigerante parece ser mais uma jogada de marketing do que uma obrigatoriedade e, como o celular funciona com qualquer líquido que contenha açúcar, você pode imaginar: que bebida usaria para carregar o seu aparelho?
Retirado da revista Exame: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/01/07/celular-tem-bateria-de-coca-cola/#comments
31/01/2010
O designer Daizi Zheng projetou um celular que dispensa o uso de baterias de lítio: ele só precisa de um pouco de Coca Cola para funcionar.O projeto começou com a ideia de criar um telefone ecológico para a Nokia.
Durante a pesquisa, Zheng percebeu que as baterias eram o grande vilão da sustentabilidade dos aparelhos: fontes de energia caras, que consomem muita matéria prima na sua produção e são nocivas ao meio-ambiente.
A solução encontrada foram as bio baterias - dispositivos que geram energia a partir de carboidratos (no caso, açúcar) utilizando enzimas como catalisadores.
Isso significa que basta uma bebida açucarada para que o telefone funcione. O melhor é que, no processo, ele só libera água e oxigênio.
Segundo o designer, as biobaterias operam por três a quatro vezes mais tempo com uma carga do que as baterias convencionais – além de serem completamente biodegradáveis.
Se você, assim como algumas pessoas que conheço, é fanático por um copo de Coca gelada e preferiria deixar o celular morrer a “carregá-lo” com uma dose, não se preocupe.
Para você, e para aqueles que também acharam que usar Coca-Cola não era lá muito verde, há alternativas. O exemplo do refrigerante parece ser mais uma jogada de marketing do que uma obrigatoriedade e, como o celular funciona com qualquer líquido que contenha açúcar, você pode imaginar: que bebida usaria para carregar o seu aparelho?
Retirado da revista Exame: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/01/07/celular-tem-bateria-de-coca-cola/#comments
31/01/2010
Passos poderão recarregar seu celular
Imagine um sapato feito de material capaz de transformam energia mecânica em eletricidade - um calçado que conseguiria recarregar, por exemplo, seu celular.
Paula Rothman, de INFO Online
0 comentários
29/01/2010 09:57 -
Este é o futuro imaginado por um grupo de pesquisadores da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.
A nova tecnologia desenvolvida por eles é capaz de gerar energia a partir de movimento cotidiano, como caminhar e até mesmo respirar. Trata-se de um filme composto de nano fitas de cerâmica mergulhadas em folhas de borracha de silicone. As fitas são tão pequenas que 100 delas, enfileiradas lado a lado, cabem em um milímetro.
O material resultante gera energia quando flexionado e é altamente eficiente: sua taxa de conversão de energia mecânica em elétrica chega a 80%.
Além do exemplo do sapato, os pesquisadores acreditam que a tecnologia poderia ser útil para abastecer equipamentos médicos instalados no corpo, como marca-passos.
Os filmes, se colocados contra os pulmões, poderiam usar o movimento da respiração e eliminar a necessidade de cirurgias constantes para substituição das baterias. Outra vantagem é a de que o silicone é biocompatível, já foi usado em implantes cosméticos e aparelhos médicos, e não seria rejeitado pelo organismo.
A pesquisa foi publicada na Nano Letters
Retirado da Revista Exame - http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/passos-poderao-recarregar-seu-celular-529688.html
30/01/2010
Paula Rothman, de INFO Online
0 comentários
29/01/2010 09:57 -
Este é o futuro imaginado por um grupo de pesquisadores da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.
A nova tecnologia desenvolvida por eles é capaz de gerar energia a partir de movimento cotidiano, como caminhar e até mesmo respirar. Trata-se de um filme composto de nano fitas de cerâmica mergulhadas em folhas de borracha de silicone. As fitas são tão pequenas que 100 delas, enfileiradas lado a lado, cabem em um milímetro.
O material resultante gera energia quando flexionado e é altamente eficiente: sua taxa de conversão de energia mecânica em elétrica chega a 80%.
Além do exemplo do sapato, os pesquisadores acreditam que a tecnologia poderia ser útil para abastecer equipamentos médicos instalados no corpo, como marca-passos.
Os filmes, se colocados contra os pulmões, poderiam usar o movimento da respiração e eliminar a necessidade de cirurgias constantes para substituição das baterias. Outra vantagem é a de que o silicone é biocompatível, já foi usado em implantes cosméticos e aparelhos médicos, e não seria rejeitado pelo organismo.
A pesquisa foi publicada na Nano Letters
Retirado da Revista Exame - http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/passos-poderao-recarregar-seu-celular-529688.html
30/01/2010
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