PET
Considerações
Limitações
apenas 15% da produção da resina pet são recicladas
1,4% do lixo urbano
material não pode ser transformado em adubo
é de difícil degradação em aterros sanitários
a seleção e pré processamento da sucata é muito importante para a garantia da qualidade do reciclado
os principais contaminantes do pet reciclado são os adesivos usados como rótulo e base
http://comlurb.rio.rj.gov.br/ma_recicla.htm#mat5
Esse blog tem como finalidade discutir e postar artigos em relação de ecologia e economia, o que nós cidadãos e consumidores podemos fazer para diminuir os riscos de poluição do nosso planeta, onde moramos.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
RECICLAGEM
Características dos Materiais
Plástico
Considerações
Limitações
15% do lixo urbano
15% dos plásticos rígidos e filme retornam como matéria-prima
60% provém de resíduos indústriais e 40% do lixo urbano
usados em recipientes para produtos de limpeza e potes de alimentos
existem diferentes famílias de plásticos
os principais contaminantes do plástico rígido são gorduras, resto orgânico, grampos e etiquetas
não pode ser transformado em composto orgânico
de fácil combustão
sua degradação em aterros é difícil e lenta.
http://comlurb.rio.rj.gov.br/ma_recicla.htm#mat5
Plástico
Considerações
Limitações
15% do lixo urbano
15% dos plásticos rígidos e filme retornam como matéria-prima
60% provém de resíduos indústriais e 40% do lixo urbano
usados em recipientes para produtos de limpeza e potes de alimentos
existem diferentes famílias de plásticos
os principais contaminantes do plástico rígido são gorduras, resto orgânico, grampos e etiquetas
não pode ser transformado em composto orgânico
de fácil combustão
sua degradação em aterros é difícil e lenta.
http://comlurb.rio.rj.gov.br/ma_recicla.htm#mat5
Características dos Materiais
Latas de Alumínio
Considerações
Limitações
1 kg de lata equivale a mais ou menos 67 latinhas
usadas basicamente para embalar bebidas
economia de 95% de energia
menos de 1% dos resíduos urbanos
64% da produção nacional de latas são recicladas
material não compostável
as latas misturadas com o restante do lixo podem estar contaminadas dificultando a sua recuperação para usos mais nobres
a sucata não pode conter ferro
as latas devem ser amassadas e enfardadas
http://comlurb.rio.rj.gov.br/ma_recicla.htm#mat5
Latas de Alumínio
Considerações
Limitações
1 kg de lata equivale a mais ou menos 67 latinhas
usadas basicamente para embalar bebidas
economia de 95% de energia
menos de 1% dos resíduos urbanos
64% da produção nacional de latas são recicladas
material não compostável
as latas misturadas com o restante do lixo podem estar contaminadas dificultando a sua recuperação para usos mais nobres
a sucata não pode conter ferro
as latas devem ser amassadas e enfardadas
http://comlurb.rio.rj.gov.br/ma_recicla.htm#mat5
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
CINEMA
RIO 92 GANHA FILME COM LEGENDAS EM PORTUGUES
22 de dezembro de 2011
Filme de 28 minutos legendado pelo Centro de Informação da ONU no Brasil mostra negociações, acontecimentos e curiosidades Cúpula da Terra de 1992.
Para entender o presente, é preciso relembrar o passado. Por isso, a aproximadamente sete meses da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) disponibiliza o documentário “A Cúpula da Terra – Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (1992)”. O filme é uma oportunidade única para entender as negociações, os acontecimentos e as curiosidades do evento marco nas discussões em torno de desenvolvimento sustentável.
Não é só de ideais e reuniões que se faz uma Conferência Global. Por trás da tentativa de se firmar acordos, existem opiniões, gafes, protestos, personalidades e acontecimentos que, em alguns casos, moldam para sempre a história da política e da diplomacia internacional. E, na Cúpula da Terra de 1992, a mais importante conferência sobre o meio ambiente e desenvolvimento já realizada, não seria diferente.
Paralelamente às reuniões políticas, artistas, organizações não governamentais, ativistas e indígenas realizavam sua própria Cúpula da Terra, com fins de monitorar o trabalho da conferência oficial. Atitude justificável. Afinal, houve propostas curiosas e atípicas para discussões ambientais como a do Presidente de Uganda, Yoweri Kaguta Museveni: “Se vocês (países industrializados) não nos derem o dinheiro nós vamos cortar as nossas árvores”.
RETIRADO - http://www.onu.org.br
22 de dezembro de 2011
Filme de 28 minutos legendado pelo Centro de Informação da ONU no Brasil mostra negociações, acontecimentos e curiosidades Cúpula da Terra de 1992.
Para entender o presente, é preciso relembrar o passado. Por isso, a aproximadamente sete meses da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) disponibiliza o documentário “A Cúpula da Terra – Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (1992)”. O filme é uma oportunidade única para entender as negociações, os acontecimentos e as curiosidades do evento marco nas discussões em torno de desenvolvimento sustentável.
Não é só de ideais e reuniões que se faz uma Conferência Global. Por trás da tentativa de se firmar acordos, existem opiniões, gafes, protestos, personalidades e acontecimentos que, em alguns casos, moldam para sempre a história da política e da diplomacia internacional. E, na Cúpula da Terra de 1992, a mais importante conferência sobre o meio ambiente e desenvolvimento já realizada, não seria diferente.
Paralelamente às reuniões políticas, artistas, organizações não governamentais, ativistas e indígenas realizavam sua própria Cúpula da Terra, com fins de monitorar o trabalho da conferência oficial. Atitude justificável. Afinal, houve propostas curiosas e atípicas para discussões ambientais como a do Presidente de Uganda, Yoweri Kaguta Museveni: “Se vocês (países industrializados) não nos derem o dinheiro nós vamos cortar as nossas árvores”.
RETIRADO - http://www.onu.org.br
domingo, 1 de janeiro de 2012
Com a preocupação cada vez maior com as questões ambientais, parecem ter sido inventados há pouco tempo.
Abaixo está algumas Diretrizes para uma construção sustentável:
•Pensar em longo prazo o planejamento da obra
•Eficiência energética
•Uso adequado da água e reaproveitamento
•Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais
•Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas
•Gestão dos resíduos sólidos. Reciclar, reutilizar e reduzir
•Conforto e qualidade interna dos ambientes
•Permeabilidade do solo
•Integrar transporte de massa e/ou alternativos ao contexto do projeto.
Abaixo está algumas Diretrizes para uma construção sustentável:
•Pensar em longo prazo o planejamento da obra
•Eficiência energética
•Uso adequado da água e reaproveitamento
•Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais
•Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas
•Gestão dos resíduos sólidos. Reciclar, reutilizar e reduzir
•Conforto e qualidade interna dos ambientes
•Permeabilidade do solo
•Integrar transporte de massa e/ou alternativos ao contexto do projeto.
E agora? Onde eu jogo o meu lixo?
Os moradores do estado do Rio de Janeiro têm se deparado nas últimas semanas com uma discussão polêmica: a lei que foi aprovada em 2009 relacionada à restrição do uso dos sacos plásticos nos estabelecimentos comerciais.
Na última quinta-feira – dia 15 de Julho de 2010 – começou a valer a Lei nº 5.502 que poderá multar os supermercados e grandes lojas que não cumprirem as obrigações previstas, descritas no Art. 3º:
I – a cada 5 (cinco) itens comprados no estabelecimento, o cliente que não usar saco ou sacola plástica fará jus ao desconto de no mínimo R$ 0,03 (três centavos de real) sobre as suas compras;
II – permuta de 1 Kg (um quilograma) de arroz ou feijão por cada 50 (cinqüenta) sacolas ou sacos plásticos apresentados por qualquer pessoa.
Apenas as pequenas e microempresas terão mais prazo para cumprir a lei.
Muita gente tem me perguntado como fazer para o jogar o lixo fora se não tiver mais sacos plásticos. Então resolvi escrever esse artigo para esclarecer as principais dúvidas e orientar a população do Rio à jogar seus resíduos de forma mais correta!
O problema
O problema todo é o uso execessivo e o descarte inadequado dessas sacolas plásticas. . Nos acostumamos com a praticidade que os sacos plásticos proporcionam, sem pensar nas consequências. Como elas distribuidas “de graça” (entre aspas porque de graça não é- o preço delas está embutido nos produtos que compramos) nós as usamos sem piedade – às vezes uma sacolinha plástica é usada para jogar um potinho de iogurte somente. Se começarmos a pagar por essas embalagens, vamos pensar melhor antes de jogar um saquinho vazio – ou metade cheio.
Você pode comprar sacos plásticos para lixo feitos de plástico reciclado. Ou seja, não é preciso retirar mais petróleo para fabricá-los, que no final das contas vai parar no lixo mesmo. E sacos plásticos entregues no supermercado têm que necessáriamente ser plástico virgem de acordo com normas da Anvisa, pois estaremos carregando alimentos.
Retirado: http://meumundosustentavel.com/noticias/e-agora-onde-eu-jogo-o-meu-lixo/
Na última quinta-feira – dia 15 de Julho de 2010 – começou a valer a Lei nº 5.502 que poderá multar os supermercados e grandes lojas que não cumprirem as obrigações previstas, descritas no Art. 3º:
I – a cada 5 (cinco) itens comprados no estabelecimento, o cliente que não usar saco ou sacola plástica fará jus ao desconto de no mínimo R$ 0,03 (três centavos de real) sobre as suas compras;
II – permuta de 1 Kg (um quilograma) de arroz ou feijão por cada 50 (cinqüenta) sacolas ou sacos plásticos apresentados por qualquer pessoa.
Apenas as pequenas e microempresas terão mais prazo para cumprir a lei.
Muita gente tem me perguntado como fazer para o jogar o lixo fora se não tiver mais sacos plásticos. Então resolvi escrever esse artigo para esclarecer as principais dúvidas e orientar a população do Rio à jogar seus resíduos de forma mais correta!
O problema
O problema todo é o uso execessivo e o descarte inadequado dessas sacolas plásticas. . Nos acostumamos com a praticidade que os sacos plásticos proporcionam, sem pensar nas consequências. Como elas distribuidas “de graça” (entre aspas porque de graça não é- o preço delas está embutido nos produtos que compramos) nós as usamos sem piedade – às vezes uma sacolinha plástica é usada para jogar um potinho de iogurte somente. Se começarmos a pagar por essas embalagens, vamos pensar melhor antes de jogar um saquinho vazio – ou metade cheio.
Você pode comprar sacos plásticos para lixo feitos de plástico reciclado. Ou seja, não é preciso retirar mais petróleo para fabricá-los, que no final das contas vai parar no lixo mesmo. E sacos plásticos entregues no supermercado têm que necessáriamente ser plástico virgem de acordo com normas da Anvisa, pois estaremos carregando alimentos.
Retirado: http://meumundosustentavel.com/noticias/e-agora-onde-eu-jogo-o-meu-lixo/
PROIBIÇÃO DAS SACOLAS PLÁSTICAS
Câmara de SP aprova proibição de sacolas plásticas
Foram 31 votos a favor, 5 contra e 12 abstenções. Projeto aguarda sanção do prefeito Kassab e prevê multas de 50 reais a 50 milhões de reais a partir de 2012
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira o texto substitutivo ao Projeto de Lei 496/2007, que proíbe a distribuição e venda de sacolas plásticas no comércio da capital paulista a partir de 1º de janeiro de 2012. Foram 31 votos a favor, 5 contra e 12 abstenções. O projeto aguarda agora a sanção do prefeito Gilberto Kassab, que já demonstrou apoiar a iniciativa.
Os estabelecimentos comerciais terão até 31 de dezembro de 2011 para dar fim às sacolas plásticas e incentivar o uso de similares retornáveis ou de material resistente. Durante este período, terão de exibir placas informativas, de 40 centímetros por 40 centímetros, com os dizeres "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis".
A partir de 2012, o descumprimento da lei implicará multa de 50 reais a 50 milhões de reais. A fiscalização será feita pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.
Estado - No início do mês, o governo Geraldo Alckmin firmou um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para acabar com o uso de sacolas plásticas descartáveis em todo o estado. Estima-se que o setor seja responsável pelo consumo de cerca de 2,5 bilhões de sacolinhas de origem petroquímica.
Dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente indicam que são produzidas no país 210 mil toneladas anuais de plástico filme - a matéria-prima da sacolinha. Nos aterros, sua decomposição leva 100 anos. Já a sacola biodegradável, segundo a secretaria, se desfaz em dois anos em aterro e em até 180 dias em usina de compostagem.
(com Agência Estado)
Retirado: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/camara-de-sp-aprova-proibicao-de-sacolas-plasticas
Foram 31 votos a favor, 5 contra e 12 abstenções. Projeto aguarda sanção do prefeito Kassab e prevê multas de 50 reais a 50 milhões de reais a partir de 2012
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-feira o texto substitutivo ao Projeto de Lei 496/2007, que proíbe a distribuição e venda de sacolas plásticas no comércio da capital paulista a partir de 1º de janeiro de 2012. Foram 31 votos a favor, 5 contra e 12 abstenções. O projeto aguarda agora a sanção do prefeito Gilberto Kassab, que já demonstrou apoiar a iniciativa.
Os estabelecimentos comerciais terão até 31 de dezembro de 2011 para dar fim às sacolas plásticas e incentivar o uso de similares retornáveis ou de material resistente. Durante este período, terão de exibir placas informativas, de 40 centímetros por 40 centímetros, com os dizeres "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis".
A partir de 2012, o descumprimento da lei implicará multa de 50 reais a 50 milhões de reais. A fiscalização será feita pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente.
Estado - No início do mês, o governo Geraldo Alckmin firmou um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para acabar com o uso de sacolas plásticas descartáveis em todo o estado. Estima-se que o setor seja responsável pelo consumo de cerca de 2,5 bilhões de sacolinhas de origem petroquímica.
Dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente indicam que são produzidas no país 210 mil toneladas anuais de plástico filme - a matéria-prima da sacolinha. Nos aterros, sua decomposição leva 100 anos. Já a sacola biodegradável, segundo a secretaria, se desfaz em dois anos em aterro e em até 180 dias em usina de compostagem.
(com Agência Estado)
Retirado: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/camara-de-sp-aprova-proibicao-de-sacolas-plasticas
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